terça-feira, 24 de março de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
sábado, 10 de janeiro de 2009
waiting sofia

Entra pelos sete buracos da minha cabeça
A tua presença
Pelos olhos, boca, narinas e orelhas
A tua presença
Paralisa meu momento em que tudo começa
A tua presença
Desintegra e atualiza a minha presença
A tua presença (...)"
domingo, 9 de novembro de 2008
novembro já
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
home sweet home...
Para um outro lugar..."
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Porque é bom se sentir em casa de novo!
segunda-feira, 28 de abril de 2008
pedra
terça-feira, 8 de abril de 2008
pele
[mascarados de Roda D'Água. Cariacica-ES. Março, 2008. Foto: Gaia].
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domingo, 6 de abril de 2008
1969
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Penha
terça-feira, 11 de março de 2008
festa
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive."
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
zero um
domingo, 17 de fevereiro de 2008
maré
“Você nota que apesar do seu mal estar é notável o seu viço. E, novamente, você conjectura: sabe-se lá se ela vai conseguir desta vez. Isso nem ela sabe. Só o que sabe é que esta é a única chance de criar, para os afetos daquele encontro, um plano de consistência que lhe permita expandir e irrigar sua existência –não só amorosa. Sabe também que, mesmo que consiga criar esse plano, isso não significa que finalmente terá encontrado sossego. Seu corpo sempre estará fazendo novos encontros, novos afetos estarão sempre surgindo e, mais cedo ou mais tarde, o plano, feito dos afetos do encontro atual, não funcionará mais como campo magnético, gerador de força para a vida. E quando isso acontecer, o plano simplesmente, terá perdido razão de ser. Ele terá gorado e ela de novo estará sendo arrastada para outro lugar. Desensimesmada, dessubjetivada, desterritorializada. À procura, mais uma vez, de matéria de expressão por meio da qual existir.”
domingo, 10 de fevereiro de 2008
quarta-feira de cinzas...
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Porque não vai acabar na quarta-feira não! Não vai acabar nunca mais... Ficará pra sempre comigo. Amo!
Sobre viagens, Ulisses e Penélopes...
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Volto mais uma vez... partindo e re-partindo pedaços de mim por aí... Penso na vida, espero o vôo e deparo-me com Penélope e Ulisses no aeroporto. Tinha esquecido suas histórias. Na verdade nem sei se um dia soube delas... Mas Penélope vivia a tecer a espera de Ulisses que vivia a viajar. Ela tem medo de partir, ele tem medo de ficar, mas ainda assim, isso é o que os mantém. A certeza da volta dele, a certeza da espera dela... Alguns vôos decolam, outros aterrissam, e de repente eu já não sei mais... "Penélope e Ulisses somos todos nós". Penso o que ela quis dizer com isso e não consigo mais reponder se Penélope ou Ulisses... Mais pra Ulisses com ataques de Penélope talvez... Ou uma Penélope querendo ser Ulisses... talvez seja só uma fraqueza que passa. Talvez seja a incerteza da nova suaviade... aparentemente tão distante ainda que desejada... Hora do embarque. Decolar mais uma vez. Levantar voô. Talvez encontre na imensidão do céu um lugar, um intermezzo onde possam ter um final feliz todos os Ulisses e Penélopes...
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"foi a saudade que me trouxe pelo braço..."
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
borboleteando...
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
domingo, 30 de dezembro de 2007
Post de fim de ano
[luzes do Natal... Praia de Camburi. Vitória-ES. Dez 2007. Foto: Gaia]“Leros e leros
Traga branco o seu sorriso
Em que rua
Em que cidade
Eu fui mais feliz?”
[Sérgio Sampaio]
Fim de ano com Sérgio Sampaio na cabeça. Bom terminar assim! Cheio de marginalidade! Amo sua poesia! E para 2008 quero muito mais de tudo isso. Não faço novas promessas. Anseio por novas surpresas! Não quero consertar os estrago, nem evitar novos erros. São eles minhas cicatrizes, não minhas feridas. São parte de mim e de minhas escolhas. Só quero seguir continuando e correndo todos os riscos de que se corre quando se vive.
“Suje os pés na lama
E venha conversar comigo”
[Sérgio Sampaio]
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
madrugada
Caia na madrugada, caia na madrugada
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
vertical
sábado, 10 de novembro de 2007
segunda-feira
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É por isso que eu quero que dezembro chegue logo cheio de férias! É lindo demais voltar de Itaparica no pôr do sol em plena segunda-feira!
Amo!
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
dezembro
vizinho
Eu quero ficar perto de tudo o que eu acho certo
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
azul!
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Dona Lina
[Lina Bo Bardi]
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Porque eu amo ter histórias e amo as histórias da Lina. Amo como ela transforma em forma as histórias...
Leitura indispensável: Lina Bo Bardi. Sutis substâncias da arquitetura Olivia de Oliveira. Abilio Guerra; Silvana Romano Santos (coords)Romano Guerra Editora, São Paulo; Editorial Gustavo Gili, Barcelona, 1ª edição, 2006
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Sempre é bom voltar a Recife! Sempre é bom trazer na mala histórias novas de lá...
domingo, 14 de outubro de 2007
tanta falta
Olá, como vai
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Porque é bom ter duas casas pra voltar, mas sempre falta um pedaço... O tempo nunca dá pra matar todas as saudades, colocar todas as conversas em dia, encontrar todas as pessoas. Sempre fica faltando um pedaço... E sempre "sobra tanta falta".
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segunda-feira, 8 de outubro de 2007
saudade
[Olinda! PE. Maio, 2003. Foto: Gaia]
23/05/2005 20:43
"[...] voltei Recife, foi a saudade que me trouxe pelo braço [...]"
Não... não voltei a Recife ainda... tem mais de um ano... Mas espero voltar o mais rápido possível! Lugarzinho mágico esse, de lembranças tão inesquecíveis e tão paupáveis que quase posso tocá-las... sentir o cheiro... ouvir os sons... é só fechar os olhos que volto pra lá.... atravesso as pontes sobre o Rio Capiberibe, paro no Marco Zero, rodopio nas cirandas, maracatus e cocos, como tapioca no centro, termino a noite no pátio de São Pedro e amanheço na praia de Calhetas... Tudo isso num piscar de olhos... Recife é assim... Te envolve de tal forma que nunca mais te larga! Saudades daquela terra e daquele povo acolhedor...
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Essa fotinho foi tirada em Olinda quando fui lá em 2003 numa viagem de estudo da faculade. A foto não tá tão boa assim pq ainda não é da época da máquina digital.... Cenas como essa só acontecem mesmo lá... lindas leves loucas
rosa

"[...] E flutuou no ar como se fosse sábado [...]"
Essa foto é mais uma da minha série SP... Me empolguei com essa história de tirar fotos e até que de vez em quando saem umas fotos legais! Essa foto eu amo! Foi tirada em Ribeirão Preto, mais precisamente na favela Monte Alegre. E mais precisamente ainda na frente da casinha de bonecas que estavamos trabalhando para concluir! O que antes era um banheirinho abandonado foi transformado em lugar de sonho! Participei desse atelier de elaboração e execução de uma área de lazer para as crianças da comunidade e foram dias especiais, inesquecíveis, em contato com muita gente linda, e muito rica! Rica em eperiência, em conhecimento, em afeto, em humildade, ricas de vida! Foram momentos preciosos e impagáveis!
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ilha
silencio
"[...] deixe-me ir preciso andar, vou por aí a procurar... rir pra não chorar [...]"
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Frase mais utilizada na viagem: "no compreendo!"! Essa foto foi tirada em Tafi del Valle, cidadezinha que mais parece cenário de faroeste (tem até cacto gigante!) a não ser pelo clima friozinho e por essa vista maravilhosa das pré-cordilheiras!
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Na foto, (da minha coleção de fotos preferidas!) parece que o tempo parou... é exatamente este o clima de lá... Uma cidadezinha perdida no tempo... longe do barulho da cidade... longe de tudo... Se você quiser se esconder um dia vá pra lá!
cana
[Bar do Zé Goleiro. Ribeirão Preto, SP. Março, 2005. Foto: Gaia]aldeia
[Aldeia Olho D'água antes de ser destruída na retomada de posse pela Aracruz Celulose. Aracruz-ES. Junho 2005. Fotos: Gaia]domingo, 7 de outubro de 2007
itaparica
Amores são águas doces
Jazz
Para quem tem paixão, principalmente
Quando uma lua surge de repente
E se deixa no céu, como esquecida.
E se ao luar que atua desvairado
Vem se unir uma música qualquer
Aí então é preciso ter cuidado
Porque deve andar perto uma mulher.
Deve andar perto uma mulher que é feita
De música, luar e sentimento
E que a vida não quer, de tão perfeita.
Uma mulher que é como a própria Lua:
Tão linda que só espalha sofrimento
Tão cheia de pudor que vive nua.
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Foto tirada na Jam session que acontece todo sábado no MAM... Mistura perfeita de Jazz + noite + luzes (das estrelas ou da cidade). E Vinicius.... o poeta da noite...
Música especial essa...
sábado, 15 de setembro de 2007
leveza

Qual o peso da leveza?
estátua
"tempo, tempo, mano velho, falta um tanto ainda eu sei... Pra você correr macio"
serra do navio
22/06/2006 21:38
O trem parte. Começa a viagem. A paisagem passa rapidamente pela janela e não muda muito. A ferrovia parece cortar delicadamente a floresta. Parece pedir licença para passar... Parece fazer reverência. Mas estranhamente, ela, a floresta, não deixa que passem insensevelmente por ela. Ela exige atençao. Exige que se perceba que ao contrário da delicadeza de hoje, a algum tempo atrás, o trabalo de construir a ferrovia exigiu muita força e sacrifício. Tanto dos homens quanto dela, da floresta. Sensação estranha. Um misto de admiração com pesar. Como um canto lindo e triste... O ar se mostra ainda mais pesado do que de costume. Na velocidade do trem o tempo vai passando pela janela... Mas o tempo que passa por ela não é o de agora. O tempo que passa na janela do trem trás lembranças de longe... Não sei se isso é mérito do trem ou da floresta, mas a mãe, com uma foto na mão, sorri e mostra a imagem da da filha que foi para São Paulo e nunca mais voltou... A velha senhora, uma índia com os cabelos longos e grisalhos amarrados em um coque, lembra do tempo em que a cidade era próspera e que hoje estagnou. Mas não são só as lembranças do passado que a janela do trem trás de volta. Ela trás também as lembranças do que ainda não veio... Trás o desejo do marido de que as coisas vão melhorar e de que a cidade vai voltar a crescer. Trás até o desejo do rapaz de que a rodovia fique pronta para quee o trem passe a ser apenas mais uma alternativa. Quando o trem para o tempo do passado e o tempo do futuro também param e retorna o tempo do presente. Um tempo com uma cara estranha. Com a cara de uma estação improvisada. Com a cara de um barraco de madeira no meio do nada. Nada? Não... Isso seria uma ofensa! A estação está no meio dela. No meio da floresta. E como se fossem seres mágicos eles começam a descer e saem do trem com uma agilidade mágica, carregando em uma mão um filho, no colo o outro, nas costas a bagagem, e somem. Somem no meio da floresta. Simplesmente somem. O trem parte e depois de alguns instantes desse tempo sem tempo de futuro e de passado que tornam a passar pela moldura da janela ele volta e o trem para. Retorna o presente. Outra estação. Quase igual. E novamente, reapidamente, agilmente, esses seres da floresta somem. Para onde vão? Para casa. Uma casa lá longe... Onde a vida é tão outra e tão distante que eles simplesmente partem. E fica a sensação de que eles nunca nem existiram... Fica a sensação de que todo esse mundo surreal que se esconde no meio da floresta é feito de nuvem... Como aquelas lembranças distantes da infância, que depois de tanto tempo são impossíveis de se ter certeza se foram reais ou não. Como a própria janela do trem, que em meio a tantas lembranças e tantos desejos torna o próprio ar da floresta do presente mais leve... Ainda que seu peso continue o mesmo...
domingo, 2 de setembro de 2007
horizonte distante
Por onde vou guiar
O olhar que não exerga mais
Dá-me luz, ó deus do tempo
Pr'eu saber seu redor
A gente quer ver
Horizonte distante
A gente quer ver
Horizonte distante
Aprumar
[...]

























